domingo, 23 de abril de 2017

Bispos e líderes católicos convocam para a GREVE GERAL DIA 28. Desmonte de direitos sociais deve ser combatido

Líderes católicos de diferentes estados estão convocando a população para a greve geral organizada por centrais sindicais e movimentos sociais no dia 28 de abril em todo o País; "A Igreja se posiciona firme e profeticamente contra as reformas que vão contra o nosso povo", diz mensagem veiculada pelo comitê de BH; texto destaca ainda que as reformas da Previdência e Trabalhista, além da Lei da Terceirização, já aprovada, "desmontam direito sociais conquistados com muita luta pelo povo brasileiro", mas que "infelizmente, a maioria dos nossos governantes não escuta e não enxerga a realidade do nosso povo"; "É preciso reagir", convocam ainda os arcebispos; na Paraíba, o arcebispo Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz gravou mensagem convocando a população para participar das manifestações contra a reforma da Previdência; "Sabemos que esta reforma implica em tirar direitos adquiridos dos trabalhadores e assegurados na Constituição de 1988"

Lavradores assassinados no MT foram trucidados, diz perícia

Técnicos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do Mato Grosso que realizaram os exames de necropsia nos corpos dos nove trabalhadores rurais assassinados na área de Taquaruçu do Norte, a mais de 350 km da zona urbana de Colniza, apontam sinais de tortura nos corpos; alguns dos corpos foram amarrados e outros decapitados, além de apresentarem marcas de enxadadas e facadas, não apenas de tiros. De acordo com a Polícia Civil, pelo menos duas vítimas foram assassinadas a golpes de facão e o restante por tiros de uma arma calibre 12; segundo o comandante da Polícia Militar em Colniza, tenente Hélio Alves Cardoso, até o momento as investigações apontam que as vítimas estavam começando um loteamento irregular na região

Até o GLOBO admite ' Provas contra Lula são ridículas'! Obsessão contra Lula é patética

"A grande armação visando ou a prisão ou acelerar a condenação de Lula é ridiculamente frágil", escreve o jornalista Luíz Nassif, do Jornal GGN, sobre as acusações feitas de última hora pelo empresário Léo Pinheiro contra o ex-presidente Lula; "[Pinheiro] deu declarações que, sem provas, não têm o menor valor penal. As provas, segundo antecipou o jornal O Globo, são terrivelmente ridículas: comprovações de reuniões com Lula, de telefonemas a funcionários do Instituto Cidadania. Junto, as delirantes provas colhidas pelos Sherlocks da Lava Jato que identificaram quatro (!) viagens em um ano de carros do Instituto até Guarujá"

Por Bajonas Teixeira, Não é estranho? Primeiro, tivemos quatro dias de delírios na mídia com  as denúncias de Léo Pinheiro sem qualquer prova. Ontem, ele reuniu as ‘provas’ e as entregou ao MPF em Curitiba. O silêncio da mídia hoje é tão estridente que dói. Nem o G1, nem o Jornal O Globo,  nem a Folha, nem a Veja, nem a Época, nem a Isto é. Ninguém, absolutamente ninguém, fala das provas. O que aconteceu? Aconteceu algo simples: as provas só provam que Léo Pinheiro não possui qualquer prova. Elas não servem para nada. 

sábado, 22 de abril de 2017

AGORA, CHEGA! DIRETAS JÁ! Odebretcht entrega extratos de pagamento de 40 milões a Temer, no exterior. PAÍS ESTÁ CANSADO E ENOJADO! GRAVE OMISSÃO DOS 'GUARDIÕES" DO STF

A empreiteira Odebrecht apresentou aos investigadores da Lava Jato os extratos que comprovariam o pagamento da propina de US$ 40 milhões, equivalentes a R$ 126 milhões, acertada numa reunião presidida por Michel Temer, com a presença de Eduardo Cunha e do lobista João Augusto Henriques, ambos presos em Curitiba; a maior parte do dinheiro foi paga em contas no exterior; valor equivalia a 5% de uma contrato na área internacional da Petrobras que a presidente deposta Dilma Rousseff cortou em 43%; hoje, 79% dos brasileiros defendem a cassação de Temer (Brasil247)

II domingo de Páscoa – (Jo. 20, 19-31) “MEU SENHOR E MEU DEUS!”


Numa família, ou em uma comunidade há sempre algumas pessoas destemidas. Corajosas e ousadas. Que parecem fugir dos comportamentos comuns de precaução, de cuidados especiais e de autopreservação. São pessoas que não têm papas na língua, dizem o que pensam e sentem e, às vezes, parecem não medir consequências. Toda comunidade eclesial precisa dessas ‘pessoas atrevidas’ porque ajudam o grupo a avançar. É o caso de Tomé, chamado o ‘gêmeo’. No evangelho de João fica claro que Tomé é o ‘gêmeo (espiritual) de Jesus’. Apóstolo e irmão que age como se fosse outro Jesus. É aquele que não está com o grupo de Jesus quando este se encontra às escondidas, e de portas trancadas. Tomé não tem medo como os demais discípulos. Ele, como Jesus, está na rua, trabalhando e enfrentando. Quando o grupo dos discípulos parece compreender que Jesus continua vivo, Tomé reage como reage uma pessoa diante de algo surpreendente e inesperado: ‘Não! Não é possível! Não acredito!’ É uma expressão de maravilha e assombro, e não de negação. Chega, contudo, a hora em que também Tomé sente a presença de Jesus como ‘aquele que continua a estar no meio deles’. O grupo, de forma contraditória, afirmava de ter visto o Senhor, mas continuava com medo e escondido. Tomé, ao contrário, quando ele mesmo sente que Jesus está vivo se torna o primeiro e o único discípulo a afirmar ‘Meu Senhor, e meu Deus’! Tomé, o destemido, não tem receio em reconhecê-lo plenamente como Aquele que vive. Tomé, o ‘gêmeo’ de Jesus reconhece que o seu ‘Senhor’ era, de fato, o ‘gêmeo’ de Deus!

Conflitos agrários - Pistoleiros matam 10 no Mato Grosso. Entre as vítimas há crianças e idosos

Pelo menos 10 pessoas foram assassinadas nesta quinta-feira (20), em um assentamento no município de Colniza (MT), a 1.065 km de Cuiabá, próximo ao distrito de Guariba, em uma gleba denominada Taquaruçu do Norte. Entre os mortos também estão idosos e crianças.  De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso, o massacre foi feito por “encapuzados”. O governo mato-grossense enviou ao local policiais militares e civis lotados na cidade de Colniza, que fica a 250 km da sede do município, mas o local é de difícil acesso e ainda não há informações complementares sobre o massacre.Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), conflitos fundiários são comuns na gleba onde ocorreram as mortes há mais de dez anos, com ocorrências de assassinatos e agressões. A CPT informou ainda que investigações policiais feitas nos últimos anos têm apontado que “os gerentes das fazendas na região comandavam rede de capangas para amedrontar e fazer os pequenos produtores desocuparem suas terras”. Relatório “Conflitos no Campo Brasil 2016", lançado na segunda-feira (17/03) pela CPT, revelou que o Brasil registrou 1536 conflitos relacionados a terra, trabalho e água, em 2016, 26,2% a mais do que em 2015. Os assassinatos também aumentaram: de 50 em 2015, para 61, um acréscimo de 22%. Já os conflitos relacionados exclusivamente a terras ocupadas por indígenas, camponeses e quilombolas somam 1295 e envolvem 687 mil camponeses.(Agência Brasil)